A Academia

Uma instituição de letras nascida da fraternidade

Entidade paramaçônica de caráter literário e cultural, fundada em 1985 por maçons de Campinas e região. A primeira academia do gênero fundada no interior do Brasil.

História

Em junho de 1984, Mário Name recebeu o diploma de Melhor Tese na Convenção Nacional do Rito Brasileiro, em Araxá. O episódio revigorou entre os irmãos que o acompanhavam a ideia de aprimorar-se na cultura maçônica.

Em 4 de novembro daquele ano, numa manhã de domingo, reuniram-se em sua residência os maçons Benedito Jorge Farah, Cesário Morey Hosri, Manoel Lourenço Seragioli e Paulo Piratininga Pinto. Ali nasceu a ideia de fundar uma instituição literária, registrada em fita como documento daquele momento histórico.

A instalação pública ocorreu em noite de gala, no dia 17 de outubro de 1985, animada pela Banda da Polícia Militar do Estado de São Paulo. A cerimônia foi presidida pelo General Morival de Calvet Fagundes, presidente da Academia Brasileira Maçônica de Letras, que empossou Mário Name como primeiro Presidente; este, por sua vez, empossou cada um dos acadêmicos fundadores.

A exemplo da Academia Francesa, a ACML detém quarenta cadeiras, numeradas de 1 a 40, sem grau de diferença entre elas. Ao membro mais antigo, por data de ingresso, dá-se o título de Decano da Academia.

Acadêmicos fundadores

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Missão cultural

Reuniões mensais

Palestras culturais e apresentações artísticas de interesse dos irmãos da Ordem, de familiares e de convidados.

Simpósio bienal

Realizado desde 2001, reúne palestrantes de projeção nacional e resulta na publicação dos Anais correspondentes.

Revista O Pensador

Publicação semestral com artigos de acadêmicos e de pesquisadores do Brasil e do exterior.

O timbre

O timbre foi proposto pelo acadêmico Arlei Arnaldo Madeira em sessão da Diretoria de 20 de outubro de 1985. Reúne um homem sentado sobre a pedra bruta diante de um livro aberto — a Literatura e o Saber —, sobreposto a um triângulo equilátero que representa Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

O conjunto é rodeado por ramos de oliveira, símbolo da paz e da harmonia, e encimado por uma estrela radiante. Em 30 de outubro do mesmo ano, Aloisio Moratori Rodrigues propôs incluir a data de fundação, 10 de outubro de 1985. A figura sentada corresponde à escultura O Pensador, de Auguste Rodin.

Documentos institucionais

Estatuto Social e Regimento Interno, revisados em 2023 e publicados em segunda edição em 2025.

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Linha do tempo

Os marcos da instituição, de 1984 aos dias de hoje.

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